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o programa de conservação da natureza quem apoia o programa adopte também uma pradaria de ervas marinhas aprenda mais sobre as ervas marinhas
Programa de conservação da Natureza através da adopção de pradarias de ervas marinhas
 

Lixo nos rios, nas lagoas, nas rias ou no mar, nem pensar.

O lixo (plástico, vidro, óleos, resíduos tóxicos, embalagens, etc.) prejudicam a vida marinha. Por exemplo, o plástico pode asfixiar as tartarugas. Coloque o lixo nos respectivos contentores.

Artes de Pescar, é melhor moderar.

As redes de pesca abandonadas podem provocar graves acidentes nos animais marinhos, por exemplo, podem prender as barbatanas dos peixes, que com o passar do tempo gangrenam, resultando em infecções que podem ser fatais. Também o uso de redes de pesca que arrastam nos fundos marinhos danificam os rizomas das ervas marinhas. Evite abandonar as redes de pesca e praticar o arrasto em zonas com pradarias marinhas.

Mariscar, é melhor abrandar.

A apanha de bivalves (amêijoa, conquilha, etc.) com instrumentos que deterioram o fundo marinho (como o ancinho de mão) pode destruir as pradarias marinhas. Evite mariscar em zonas com pradarias marinhas.

Mergulhar, é só para contemplar.

Controle a sua flutuabilidade evitando o contacto directo com o fundo marinho e, consequentemente, com as pradarias marinhas. Evite tocar nos cavalos marinhos, espécie muito comum nas pradarias marinhas. Colabore na limpeza do fundo marinho levando o lixo que encontra durante os seus mergulhos.

Hélices e âncoras no mar, é melhor não rodar.

As âncoras, ao moverem-se com a corrente marinha, e as correntes de metal ao girarem, podem matar as ervas marinhas. Assim como as hélices dos motores quando os barcos passam em zonas de pouca profundidade com pradarias marinhas. Evite navegar em zonas de pouca profundidade.

 
 
 
Materiais educativos para câmaras municipais e eventos sobre o o ano internacional das florestas 2011